Talvez um dia haveremos de compreender que o tempo é apenas a imagem em movimento da Eternidade.
Nós, que somos como meninos recém-chegados a uma ordem imensamente velha e inconcebivelmente sábia, temos a esperança de compreender um dia, o tempo.
Mas, o que é o tempo?
De uma forma bem terrena, poderíamos dizer que o tempo é duração relativa das coisas que cria no ser humano a idéia de presente, passado e futuro; período contínuo e indefinido no qual os eventos se sucedem. E mesmo assim ainda nos faltam definições.
O tempo pode ser também visto de forma científica, como o conjunto de condições meteorológicas. Mas que para este texto não vai ter tanta significação.
Pode ser ainda a período específico, segundo quem fala, de quem se fala ou sobre quem se fala. Mas que para cá se torna muito individual.
Há ainda uma outra forma de falarmos de tempo, ou seja, a época em que se vive.
Poderiamos falar do tempo em sentido da física, dos esportes, das oportunidades, etc.
O que mais importa é que o tempo é quase igual ao amor, muito se define, mas pouco se sabe sobre ele.
Não sabemos ainda como controlá-lo, como dividí-lo da forma certa, como interpretá-lo, como o prever. Quanto mais definimos o tempo, mais chegamos à conclusão de que o tempo é a definição de tempo são todas as definições e ao mesmo tempo, nenhuma.
Talvez a frase mais certa sobre o tempo seja a que citei inicialmente, que tem por autoria J.J. Benítez, o autor da série Operação Cavalo de Tróia, onde se relata a vida de Jesus Cristo segundo uma missão chefiada por um oficial da aeronáutica americana, onde se volta no tempo e este homem começa a conviver com Cristo durante boa parte de sua vida.
E ao ler esta passagem do livro me identifiquei muito com o autor, que ao escrever as supostas palavras de Cristo em tal passagem, expressa a ignorância humana a respeito do tempo.
O mais interessante é que ainda se complementa com a frase: "Quanto mais precisareis para considerar que o espaço é tão-somente a sombra fugidia das realidades do Paraíso.".
Parei para refletir chegando à conclusão de que tudo oque vivemos é mera experiência, e uma experiência muito passageira, muito mediocre enquanto seres humanos, que não conseguimos compreender a grandeza e a sabedoria da verdade.
E já finalizando, temos que o tempo, sendo a imagem em movimento da Eternidade, é o grande sinônimo da VERDADE. A verdade, verdade que nos liberta, verdade que não é superada por nada, verdade que se seguirmos seremos cada dia mais e mais felizes.
Deixemos o tempo transcorrer com a sabedoria e a tranquilidade que ele nos ensina a ter. Ele nos mostrará que o que vale é aquilo que nossos olhos ainda não estão preparados para ver, por isso tentamos medí-lo.
Nós, que somos como meninos recém-chegados a uma ordem imensamente velha e inconcebivelmente sábia, temos a esperança de compreender um dia, o tempo.
Mas, o que é o tempo?
De uma forma bem terrena, poderíamos dizer que o tempo é duração relativa das coisas que cria no ser humano a idéia de presente, passado e futuro; período contínuo e indefinido no qual os eventos se sucedem. E mesmo assim ainda nos faltam definições.
O tempo pode ser também visto de forma científica, como o conjunto de condições meteorológicas. Mas que para este texto não vai ter tanta significação.
Pode ser ainda a período específico, segundo quem fala, de quem se fala ou sobre quem se fala. Mas que para cá se torna muito individual.
Há ainda uma outra forma de falarmos de tempo, ou seja, a época em que se vive.
Poderiamos falar do tempo em sentido da física, dos esportes, das oportunidades, etc.
O que mais importa é que o tempo é quase igual ao amor, muito se define, mas pouco se sabe sobre ele.
Não sabemos ainda como controlá-lo, como dividí-lo da forma certa, como interpretá-lo, como o prever. Quanto mais definimos o tempo, mais chegamos à conclusão de que o tempo é a definição de tempo são todas as definições e ao mesmo tempo, nenhuma.
Talvez a frase mais certa sobre o tempo seja a que citei inicialmente, que tem por autoria J.J. Benítez, o autor da série Operação Cavalo de Tróia, onde se relata a vida de Jesus Cristo segundo uma missão chefiada por um oficial da aeronáutica americana, onde se volta no tempo e este homem começa a conviver com Cristo durante boa parte de sua vida.
E ao ler esta passagem do livro me identifiquei muito com o autor, que ao escrever as supostas palavras de Cristo em tal passagem, expressa a ignorância humana a respeito do tempo.
O mais interessante é que ainda se complementa com a frase: "Quanto mais precisareis para considerar que o espaço é tão-somente a sombra fugidia das realidades do Paraíso.".
Parei para refletir chegando à conclusão de que tudo oque vivemos é mera experiência, e uma experiência muito passageira, muito mediocre enquanto seres humanos, que não conseguimos compreender a grandeza e a sabedoria da verdade.
E já finalizando, temos que o tempo, sendo a imagem em movimento da Eternidade, é o grande sinônimo da VERDADE. A verdade, verdade que nos liberta, verdade que não é superada por nada, verdade que se seguirmos seremos cada dia mais e mais felizes.
Deixemos o tempo transcorrer com a sabedoria e a tranquilidade que ele nos ensina a ter. Ele nos mostrará que o que vale é aquilo que nossos olhos ainda não estão preparados para ver, por isso tentamos medí-lo.
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