A vida exige de nós tudo o que temos a oferecer. No dia a dia, seja no trabalho, nos estudos, até mesmo no lazer, devemos não só deixar que a vida exija de nós, mas também devemos oferecer atingindo assim a nossa margem crítica.
Mas afinal, de onde vem essa expressão, qual a profundidade que devemos dar à nossa margem crítica?
A margem crítica pessoal é o limiar de todas as nossas emoções e capacidades. Existe uma linha tênue entre a margem crítica e o estopim para os erros desencadeados que podemos cometer a qualquer hora.
Deve-se observar a margem crítica como observa-se o treinamento realizado no budô (caminho do guerreiro na cultura oriental). Muitas das técnicas aplicadas no uke (aquele que recebe as técnicas, aquele em que são aplicadas as técnicas) são capazes de matar uma pessoa em milésimos de segundo, mas o nague (aquele que aplica as técnicas), tem de ter o máximo respeito e cuidado com o corpo do companheiro para que não o machuque. Assim, cria-se uma margem crítica entre os dois, de modo a não deixar de lado a necessidade da prática de um, e nem a integridade física do outro.
Margem crítica é um conceito passível de aprimoração em nossa vida pessoal (com nossa família, amigos e demais pessoas com quem convivemos). Um dos grandes desafios do homem moderno é conter os sentimentos diante de tanta carga de informação e responsabilidade que lhe é atribuída. Aí vem a ação da sabedoria que se deveria adquirir com o aprimoramento da margem crítica. Entrar no limite entre a falta de controle e a satisfação em fazer aquilo que devemos fazer, mesmo que sob circunstâncias incompatíveis com nossas capacidades.
É saber andar nesta margem que nos permitirá lidarmos com os problemas de forma "letal" (termo que apesar do peso do significado, vale a pena ser dito neste caso), não deixando espaço para que sejamos levados pelas adversidades e de maneira a que também não precisemos falsear nossos sentimentos e problemas, já que fazendo isso estariamos prejudicando a ninguém mais niguém menos que nós mesmos.
Continua...
Mas afinal, de onde vem essa expressão, qual a profundidade que devemos dar à nossa margem crítica?
A margem crítica pessoal é o limiar de todas as nossas emoções e capacidades. Existe uma linha tênue entre a margem crítica e o estopim para os erros desencadeados que podemos cometer a qualquer hora.
Deve-se observar a margem crítica como observa-se o treinamento realizado no budô (caminho do guerreiro na cultura oriental). Muitas das técnicas aplicadas no uke (aquele que recebe as técnicas, aquele em que são aplicadas as técnicas) são capazes de matar uma pessoa em milésimos de segundo, mas o nague (aquele que aplica as técnicas), tem de ter o máximo respeito e cuidado com o corpo do companheiro para que não o machuque. Assim, cria-se uma margem crítica entre os dois, de modo a não deixar de lado a necessidade da prática de um, e nem a integridade física do outro.
Margem crítica é um conceito passível de aprimoração em nossa vida pessoal (com nossa família, amigos e demais pessoas com quem convivemos). Um dos grandes desafios do homem moderno é conter os sentimentos diante de tanta carga de informação e responsabilidade que lhe é atribuída. Aí vem a ação da sabedoria que se deveria adquirir com o aprimoramento da margem crítica. Entrar no limite entre a falta de controle e a satisfação em fazer aquilo que devemos fazer, mesmo que sob circunstâncias incompatíveis com nossas capacidades.
É saber andar nesta margem que nos permitirá lidarmos com os problemas de forma "letal" (termo que apesar do peso do significado, vale a pena ser dito neste caso), não deixando espaço para que sejamos levados pelas adversidades e de maneira a que também não precisemos falsear nossos sentimentos e problemas, já que fazendo isso estariamos prejudicando a ninguém mais niguém menos que nós mesmos.
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